ALLAN KARDEC EM PARIS » Introdução

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Allan Kardec em Paris

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Novidades – 5ª edição

  • Lapidação do texto em alguns trechos.
  • Enriquecimento do capítulo sobre a Rue de la Harpe, que foi o primeiro endereço de Rivail em Paris.
  • Novas dicas no capítulo sobre transporte e localização em Paris.
  • Melhorias em algumas fotos.

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Agradecimentos

Meus agradecimentos a minha irmã Estela M. Peres Damas, por caminhar comigo durante a realização deste projeto. Caminhou literalmente, inclusive, em Paris, quando eu lá estive para pesquisas.

Agradeço também às pessoas que partilharam comigo um pouco de seus valiosos conhecimentos.

A professora Maria Cristina Parreira, de quem tive o privilégio de ser aluno, ajudou-me com a língua francesa. Norberto Iazzetta iluminou meu trabalho ao falar sobre a Maçonaria, incluindo a polêmica que envolve a participação de Kardec na Ordem. David Liesenberg trocou idéias comigo sobre Kardec e Espiritismo, e presenteou-me com um material raro de que eu tanto precisava. O escritor Demóstenes Jesus de L. Pontes também trocou idéias sobre Kardec. O pesquisador e produtor de filmes Oceano Vieira de Melo, o cineasta e fotógrafo Edson Audi (in memoriam) e o pesquisador Jorge Damas Martins produziram livros e DVDs que me auxiliaram nas pesquisas (veja a lista de obras indicadas no final do guia). David Balfour, um dos proprietários do Hotel Baudelaire Opéra, em Paris, conversou longamente comigo sobre a residência de Kardec na Rue Sainte-Anne, e, com extrema paciência, acompanhou-me em uma visita ao prédio (o hotel fica anexo à parte onde Kardec morou). Depois, a irmã dele, Laura Balfour, com a mesma simpatia, complementou informações. Véronique Lehen, do Centre des Monuments-Nationaux, em Paris, foi muito paciente ao responder às minhas perguntas sobre o Louvre e o Palais Royal, e forneceu algumas imagens da cidade na época de Kardec. A Srª Najat, marroquina radicada em Paris, acompanhou-me na visita ao Cemitério do Père-Lachaise, enriquecendo minhas pesquisas com grandes surpresas. Enfim, Umberto Farias, guia de turismo franco-português que atua em Paris, esclareceu pontos importantes sobre uma dúvida minha a respeito do endereço de Rivail/Kardec na Rue de la Harpe.

O contato com todos eles foi um privilégio. Se houver algum erro neste guia, a responsabilidade será minha, por falha de interpretação.

Algumas pessoas também merecem ser citadas, devido ao incentivo: Lídia Valéria Peres (minha mãe, sempre um incentivo especial), Nancy Affini (minha tia, que me apresentou Kardec quando eu era criança), Teresa Noronha, Abel Sidney.

G.D.

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Sobre este guia

Hippolyte Léon Denizard Rivail, educador por excelência, marcou-se como um homem sempre à frente de seu tempo. Uma das inúmeras provas disso foi a defesa da educação feminina. Trabalhou para mudar a França por meio da educação — a verdadeira arma para uma revolução social. Lutou para libertar mentes.

Já na casa dos 50 anos, descobriu e apresentou ao mundo o Espiritismo. O Mestre Rivail deu lugar a Allan Kardec, pseudônimo que ele adotou nessa nova jornada.

O Espiritismo de imediato encantou milhares de pessoas, porque, sob a ótica do pensador e educador Rivail, estruturou-se como filosofia sólida, lógica, sensata, explicando a vida de uma forma ainda não conhecida. Com pensamento de cientista, Rivail colocou fatos e idéias sob a potente lupa da razão, do bom-senso — qualidades tão escassas atualmente, principalmente quando se trata de religião.

Rivail moldou Kardec. Rivail, portanto, é a verdadeira alma da filosofia espírita.

Minha admiração por Rivail/Kardec intensificou-se ao longo de anos, até chegar a meu lado profissional. Sou escritor. Um dia, surgiu oportunidade de juntar-me a um projeto cinematográfico sobre ele. O passo seguinte foi idealizar um guia turístico sobre a vida dele em Paris — este guia que você agora tem diante de seus olhos.

Sou autor do blog GLAUCO DAMAS — Viagem & Tecnologia Móvel. Pensei: “Voltarei a Paris especialmente para pesquisar Rivail/Kardec. Publicarei o material em artigos diversos no blog, com muitas fotos, curiosidades e dicas a meus leitores”. Pensei e agi logo. Moro em Portugal; viajar na União Européia é um processo muito simples.

Foram sete dias na fantástica Paris. Vivendo, respirando Rivail/Kardec. Seguindo passos. Fazendo descobertas. Emocionando-me. Centenas de notas escritas, centenas de gravações, três mil fotos (sou pior que japonês para tirar fotos).

De repente, percebi que o material estava rico demais para surgir apenas em artigos no blog. Valia a pena transformá-lo em livro, em um guia especial.

ALLAN KARDEC EM PARIS pode ser um GUIA útil ao TURISTA QUE VISITAR PARIS e tiver interesse em Rivail/Kardec. Mas ele serve também a um outro propósito: uma VIAGEM VIRTUAL para quem NÃO visitará Paris. O leitor poderá viajar comigo por algumas ruas da cidade, compartilhando parte de minhas experiências e descobertas.

Sou apaixonado por História. Em minhas viagens internacionais, privilegio passeios que tenham algo histórico. Quando vejo um monumento, um castelo, um palácio, umas ruínas, qualquer coisa de importância histórica, eu chego a me arrepiar. Visualizo como aquilo era antigamente. Imagino pessoas transitando por ali. Sinto cheiros. Passo as mãos em paredes, portas, eufórico por sentir o que as pessoas sentiam na época. São emoções tão intensas que às vezes não cabem em mim. No Egito, por exemplo, cheguei a chorar diante das Grandes Pirâmides!

Em Paris, percorrendo parte da vida de Rivail/Kardec, passei por isso inúmeras vezes. “Nossa! Ele passava NESTE corredor! Ele subia ESTES degraus! Ele abria ESTA porta! Ele via exatamente ISTO que eu vejo agora! Ele apoiava-se NESTE corrimão!”

Preparado para dividir essas emoções comigo? E para organizar a sua viagem, talvez?

Bem-vindo a bordo!

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Blog GLAUCO DAMAS — Viagem & Tecnologia Móvel: gdamas.com

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ALLAN KARDEC EM PARIS | Introdução

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“Nenhuma idéia nova, por mais bela e justa que seja, implanta-se instantaneamente no espírito das massas, e aquela que não encontrasse oposição seria um fenômeno totalmente insólito. Por que o Espiritismo faria exceção à regra geral? Às idéias, tal como aos frutos, é preciso dar tempo para amadurecerem. Mas a leviandade humana faz que as julguem antes da maturidade, ou sem se darem ao trabalho de sondar-lhes as qualidades íntimas.”

Allan Kardec

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