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Aventura Alucinante

Aventura Alucinante

Edição Kindle (Amazon)

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Um êxito em vendas desde 2003 (edição impressa), o livro infanto-juvenil AVENTURA ALUCINANTE chega à Loja Kindle.

Uma ‘pirâmide do tempo’, artefato arqueológico encontrado no Iraque, é a responsável por todas as aventuras.

Junte-se a Tracy, Caléu, Priscila e Tiago em uma alucinante história de viagem no tempo que começa no Brasil do século 21 e parte para a Inglaterra (Londres) do século 19, passando também por Espanha e Grécia.

Personagens reais e fictícias misturam-se no enredo. Os garotos conhecem Sherlock Holmes em carne e osso e envolvem-se na caça ao perverso Jack, o Estripador. Em meio a muitos perigos, encontram Arthur Conan Doyle, criador do detetive Holmes; Agatha Christie e o marido, o arqueólogo Mallowan; Hercule Poirot, detetive criado por Agatha Christie; Madame Tussaud, do famoso Museu de Cera de Londres; e vários outros.

Como explicar (e aceitar!) personagens fictícias aparecerem em carne e osso para conviver com pessoas reais? O mais importante: como voltar para casa?

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Capa original.

Nota — A edição original do livro (publicada em 2003) foi pela Editora Saraiva, na Coleção Jabuti.

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ALGUMAS CRÍTICAS

Se eu já gostava muito do primeiro livro (de Glauco), esse então, suplantou minhas expectativas. Simplesmente é ÓTIMO: divertido, animado, criativo, cheio de referências literárias interessantes, umas mais veladas e irônicas, outras mais óbvias, todas porém apresentadas de forma bastante inteligente.

No entanto, para além de todas essas qualidades, há uma outra, que me parece importantíssima, relacionada com o questionamento sutil de um tema extremamente delicado: se conseguíssemos viajar no tempo e no espaço para consertar nossas falhas? Seria perfeito ou criaríamos outros/novos erros? Provavelmente vivenciaríamos a segunda hipótese, porque a humanidade não pode controlar tudo, muitas forças no universo ainda lhe escapam ao controle. Como muito sabiamente afirmou Shakespeare, “há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”. Não importam conjeturas nesse momento, porém: o que me parece muito claro é que seu livro agrada tanto ao leitor jovem, mais ligado na ação, na aventura propriamente dita, quanto ao não tão jovem, mais afeito à reflexão.

Diante de tal proeza (acho a façanha dos personagens grande, mas a do autor ainda é maior), resta-me desejar que surjam novas obras suas como essa, repletas de articulações e intertextualidades, o mais breve possível.

LEILA MICCOLIS
Escritora de livros, cinema, teatro, TV, poesias

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Reprodução:

aaantigo.htm

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Destaco uma crítica publicada por Bruno Miranda no Minha Estante, canal on-line que faz muito sucesso com análises de livros de todos os gêneros. O que acho especial nessa crítica é que Bruno elogia o enredo, mas não deixa de apontar um aspecto negativo. As boas críticas sempre são assim — soam mais naturais. Eis o que Bruno escreveu (e agradeço):

O livro começa com a descoberta de um artefato muito antigo e misterioso: a Pirâmide do Rei MunHad — uma pequena pirâmide indestrutível que possui um dos poderes mais cobiçados no mundo todo, o poder de viajar no tempo!

Este poderoso objeto está sob a guarda do pai de Tracy, um arqueólogo que seguiu com os estudos do avô de Tracy, seu pai, até encontrar a tal pirâmide. Muito doente e debilitado, em seu leito de morte, ele revela à filha onde guarda o artefato e a alerta sobre os estragos que ele poderia fazer em mãos erradas.

A pirâmide precisa ser mantida em absoluto sigilo e além disso, precisa ser manuseada com muito zelo, afinal quando se toca nela sem a proteção das mãos a pessoa acaba entrando em uma viagem alucinante pelo tempo!

Mas por um descuido, Tracy e seus amigos Priscila, Caléu e Tiago vão parar em Londres, numa época passada, onde encontram desde os personagens fictícios da literatura como Sherlock Holmes, de Conan Doyle e Hercule Poirot, de Agatha Christie até os próprios Conan Doyle e Agatha Christie! o/

No enredo, o quarteto de amigos tentam desvendar a identidade de Jack, o Estripador enquanto encontram um jeito de voltar para casa.

O livro é daqueles para se ler em apenas uma “sentada”. Mas pode decepcionar quem procura ou espera por algo mais complexo pois o autor pecou um pouco na solução dos problemas que se deram com uma grande facilidade. Mas livro juvenil é livro juvenil, todos são assim, mais para ter umas horas de diversão.

O que não desmerece o enredo criativo, claro! É realmente uma leitura bem válida que deve ser lida buscando uns momentos de diversão e aventura! O único problema é o preço, mas sebo e biblioteca é o que há!

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